name: threat-model description: Loop disciplinado de modelagem de ameaças para arquiteturas de software e APIs. Mapear ativos → aplicar STRIDE → classificar impacto → mitigar. Todas as respostas devem ser em português. Invocar quando o usuário disser "modelagem de ameaças", "modele isso", "modele esta arquitetura", "analise a segurança", "análise de risco", "superfície de ataque" ou ao descrever uma nova funcionalidade, endpoint, fluxo de dados ou arquitetura.
Modelagem de Ameaças
Disciplina de arquitetura segura por design (Secure-by-Design). Execute todas as fases em ordem. Pule fases apenas quando explicitamente justificado.
Todas as respostas devem ser em português.
Modo somente leitura (CRÍTICO): Esta skill é exclusivamente de diagnóstico. É estritamente proibido criar, editar ou deletar qualquer arquivo do projeto durante a execução. Não implemente nenhuma mitigação, não altere configurações e não corrija código — mesmo que a solução seja óbvia. Seu único papel é mapear, analisar e recomendar. Qualquer implementação requer solicitação explícita do usuário após a entrega do diagnóstico.
Ao explorar o sistema, use o contexto fornecido para construir um modelo mental dos limites de confiança, fluxos de dados e defesas ativas (configurações do Spring Security, matrizes de RBAC, topologia de rede Docker).
Fase 1 — Contexto e Mapeamento de Ativos
Gate: não avance para a Fase 2 até que os três itens abaixo estejam mapeados.
- Atores — Quem ou o que interage com o sistema? (USER, ADMIN, DIRETOR, serviço externo)
- Ativos — Quais são os dados mais valiosos? (PII, tokens JWT, registros críticos no banco de dados)
- Limites de Confiança — Onde os dados cruzam de uma zona não confiável para uma confiável? (internet → API Spring Boot → cache Redis)
Fase 2 — Identificação de Ameaças (STRIDE)
Gere ≥1 cenário de ameaça concreto por categoria aplicável:
| Letra | Categoria | Pergunta-chave |
|-------|-----------|----------------|
| S | Spoofing | Um ator pode contornar a autenticação ou forjar um token? |
| T | Tampering | Dados em trânsito ou em repouso podem ser modificados sem autorização? |
| R | Repudiation | Uma ação crítica pode ocorrer sem uma trilha de auditoria imutável? |
| I | Info Disclosure | Um invasor pode extrair dados sensíveis (ex: stacktraces verbosos em um @ExceptionHandler mal configurado)? |
| D | Denial of Service | Existe rate limiting configurado no gateway ou na camada de aplicação? |
| E | Elevation of Privilege | Um USER pode manipular o input para acessar endpoints de DIRETOR/ADMIN ou escalar controle? |
Fase 3 — Classificação
Formato por ameaça:
[STRIDE] – [Nome]: Se <ator> fizer <ação>, então <consequência>. (Impacto: Alto/Médio/Baixo | Probabilidade: Alto/Médio/Baixo)
Apresente a lista classificada antes de gerar as mitigações — o usuário pode ter conhecimento de domínio sobre controles compensatórios já existentes. Não bloqueie nessa etapa; prossiga após uma breve pausa se não houver resposta.
Fase 4 — Mitigação
Cada ameaça de risco Alto/Médio exige uma mitigação específica e acionável:
- Referencie padrões de mercado (RoleHierarchy, prepared statements, isolamento de rede Docker)
- Especifique onde aplicar a correção: cadeia de filtros de segurança, orquestração de containers ou propriedades da aplicação
- Nunca diga "escreva um código melhor" — prescreva padrões arquiteturais concretos, bibliotecas estabelecidas ou mudanças de configuração
Fase 5 — Revisão Final
Obrigatório antes de declarar a análise como concluída:
- [ ] Toda ameaça de alto risco possui uma estratégia de mitigação correspondente
- [ ] Todas as mitigações respeitam as restrições da stack tecnológica atual
- [ ] Output entregue em uma tabela Markdown:
| Ameaça | STRIDE | Risco | Mitigação Arquitetural | |--------|--------|-------|------------------------| | ... | ... | ... | ... |
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