Synthèse automatique
Lance Codex CLI dans une git worktree dédiée pour implémenter un prompt/spécification préparé, évalue le résultat avec une note (0–10) et s'arrête pour revue humaine.
Points forts
- Exécution isolée dans une worktree, protégeant la branche principale.
- Évaluation automatique avec notation et seuil de qualité.
- Automatisation d'un flux de délégation reproductible.
Limites
- Nécessite la préparation d'une worktree et d'un prompt en amont.
- Le seuil de note ≥9 peut rejeter des sorties acceptables mais imparfaites.
- Ne planifie ni ne merge – une décision humaine est toujours requise.
Quand vous avez un prompt ou une spécification prête et voulez une exécution automatisée avec évaluation avant revue humaine.
Pour planifier, merger ou interagir en continu avec Codex – cette skill est conçue pour une exécution autonome unique avec portail.
Analyse de sécurité
PrudenceThe skill instructs to spawn an external AI agent that autonomously edits code and runs commands in a designated worktree. While it includes safety checks (ensuring not running on main checkout) and output capture, the autonomous nature with --full-auto and workspace-write poses risks if misused or if the prompt contains harmful instructions. It does not involve exfiltration or destruction beyond the scope of the worktree, but the capability is powerful and requires caution.
- •Launches an autonomous AI coding agent with workspace-write and full-auto, potentially modifying files and executing commands within the worktree.
- •Uses Bash to run codex exec, which could be exploited if malicious prompts are fed or the worktree is misidentified.
- •Bypasses git-repo-check with --skip-git-repo-check.
Exemples
Roda o codex na worktree feature-foo para implementar a spec em .dw/spec/foo/codex-prompt.mdManda o codex implementar a tarefa TASK.md na worktree bugfix-barDispara o Codex com o prompt PROMPT.md na worktree do novo endpointname: codex-run description: "Dispara o Codex CLI (codex exec) DENTRO de uma git worktree para implementar um prompt/spec já preparado, com edição autônoma, saída em streaming e captura estruturada; depois AVALIA a entrega (nota 0–10) e PARA para o gate. Use SEMPRE que o usuário disser 'roda o codex na worktree X', 'manda o codex implementar Y', 'executa o codex-prompt/o prompt', 'dispara o Codex' — em QUALQUER projeto. NÃO use para planejar nem para mergear (decisão do dono, após o gate)." allowed-tools:
- Bash
- Read
- AskUserQuestion
codex-run — disparar o Codex na worktree certa, avaliar a entrega, parar para o gate
Skill agnóstica (qualquer repo/projeto) para o passo "rodar o Codex" de um fluxo de delegação: existe uma
git worktree com um prompt/spec já preparado → esta skill dispara codex exec lá dentro (streaming,
não-bloqueante) → avalia a entrega com nota 0–10 → escala em caso de falha → para para o gate (o merge é
decisão do dono). Existe porque rodar o Codex à mão é repetitivo e arrisca: rodar na worktree errada, travar sem
TTY, e esquecer de aferir a qualidade antes de mergear.
Dual-use: executa edição autônoma (
--sandbox workspace-write --full-auto). Confirme a worktree certa e o escopo antes de disparar.
REGRA (hard) — nunca no thread/checkout principal
codex-run só roda numa git worktree dedicada (off main). NUNCA dispare o codex exec no
checkout principal do repo (a árvore raiz no branch primário, ex.: ~/code/<projeto> em main) — o Codex
edita de forma autônoma e isso corromperia o trabalho ativo / a árvore que o dono usa. Se o diretório alvo for o
checkout principal ABORTE (BLOCKED) e oriente: crie/uso uma worktree primeiro
(git worktree add ../<projeto>-<slug> -b <branch> main). Verificação obrigatória antes de rodar:
git worktree list → o alvo é uma worktree secundária (não a marcada como principal) E o cwd do codex exec
é essa worktree.
Pré-flight (falhar cedo > rodar no lugar errado)
codex --versionresponde (CLI + credenciais). Se faltar →BLOCKED.git worktree list— confirme a worktree alvo e que não é o checkout principal (a árvore do branch primário, ex.~/code/<projeto>). O Codex edita ali; rodar no principal corromperia o trabalho ativo.- Existe um prompt/spec (o que o Codex receberá). Convenções comuns:
.dw/spec/<slug>/codex-prompt.md(dev-workflow),PROMPT.md,TASK.md, ou um caminho que o dono indicar. Leia-o — é o escopo/fence/gate.
Onde rodar — escolha do VEÍCULO (a thread principal NUNCA roda inline)
A thread principal orquestra; a execução vai p/ um destes (ver [[orquestrador-nao-executor]]):
- Workflow (PREFERIDO) — quando há pipeline (codex implementa → avalia 0–10 → gate em fan-out). Um agente
de workflow roda o
codex exec(rede OK, comprovado). Aparece em/workflows+ paraleliza. Estruture em fases/agentes separados:[agente que roda codex]→[agentes do gate]. - Agent único (subagent) — disparo avulso de UM codex, sem fan-out de gate (ou gate à parte). Mais leve;
background; retorna o relatório. Não aparece em
/workflows. - Bash em background — só fallback (sem harness de workflow/agent). Precisa de rede → sandbox do Bash desabilitado p/ o codex alcançar a API.
Nesting (importante): o agente que roda o
codex execnão deve spawnar outros subagentes (limite de aninhamento; Workflow aninha só 1 nível). O gate é outra fase/agente do workflow — nunca um sub-spawn de dentro do agente-codex.
Em qualquer veículo, valem: REGRA hard (worktree dedicada), captura detalhada, nota 0–10 (aceite ≥9) e STOP-para-gate.
Protocolo
- Resolver alvo. Worktree + caminho do prompt (do usuário ou inferidos).
- Modelo + effort — o parent AVALIA a complexidade e SUGERE/escolhe. Leia o prompt e dimensione; proponha
modelo+effort com um one-liner de racional; o dono confirma ou sobrescreve; se ele disser "escolhe você",
decida pela heurística.
- Modelos (forte→leve):
gpt-5.5·gpt-5.3-codex·gpt-5.4·gpt-5.3-codex-spark·gpt-5.4-mini. Effort:low·medium·high·xhigh. - Sinais: nº de tasks; amplitude do fence; superfície sensível (auth/segurança/tenant/migration/financeiro); "fundação/redesign/arquitetural" × "fix mecânico/typo/docs"; E2E/secure-audit no gate.
- Heurística: Trivial → leve +
low/medium; Padrão (<10 tasks, 1 área) →gpt-5.3-codex/gpt-5.4+medium/high; Complexa/sensível (fundação, multi-pacote, segurança) →gpt-5.5+high/xhigh. Comece um degrau abaixo do teto e escale se falhar (ver Escalonamento).
- Modelos (forte→leve):
- Disparar (implementação — padrão). Streaming (
--json) p/ acompanhar sem travar;-ocaptura o relatório final; rode em background (não bloquear o parent):cd <WORKTREE> && codex exec --skip-git-repo-check \ -m <MODEL> --config model_reasoning_effort="<EFFORT>" \ --sandbox workspace-write --full-auto --json \ -o <OUT_DIR>/codex-last-message.md \ "$(cat <PROMPT_PATH>)" </dev/null \ > <OUT_DIR>/codex-stream.log 2>&1 # <-- log de streaming durável (trilha de auditoria)</dev/nullSEMPRE (sem TTY trava).--json= eventos parseáveis em streaming; não suprima tudo com2>/dev/nullpor padrão.<OUT_DIR>: dir de spec do projeto (ex.:.dw/spec/<slug>/QA/) ou um temp.- LOG DE STREAMING = TRILHA DE AUDITORIA (sempre capture): redirecione o stdout do
--jsonp/ um arquivo durável (> <OUT_DIR>/codex-stream.log 2>&1). Esse JSONL grava progressivamente, ao vivo, TUDO o que o codex faz: cadacommand_execution(comando shell rodado),item.started/completed,agent_message(raciocínio + respostas do codex), tool-calls, e oturn.completedfinal (comusage/tokens). O-ocaptura só a mensagem final; o stream captura o PERCURSO inteiro — é a auditoria do que o codex realmente fez. - DURABILIDADE (crítico p/ "auditar depois"): o stream-log tem que viver num lugar que sobreviva ao
git worktree remove. Se ficar noQA/da worktree, o cleanup pós-merge apaga e a auditoria some. Escreva num dir fora da worktree — ex.:<REPO_PRINCIPAL>/.dw/codex-audit/<slug>-<run>.log(gitignore) ou~/.claude/codex-audit/<slug>-<run>.log— OUcpo stream-log + o-op/ fora antes de remover a worktree. O relatório-oenxuto pode até ser commitado na spec (sobrevive no git); o JSONL bruto é grande, mantenha no dir de auditoria durável (não commitar). Ler/auditar depois:- comandos rodados:
grep -oE '"command":"[^"]*"' <stream-log> - raciocínio/respostas do codex:
grep '"type":"agent_message"' <stream-log> - tokens:
grep -oE '"usage":\{[^}]*\}' <stream-log> | tail -1 - transcript legível: extraia
agent_message+commandna ordem do arquivo.
- comandos rodados:
- Detectar "TERMINOU" (NUNCA por
pgrepcom o caminho da worktree no padrão): o sinal de pronto é{"type":"turn.completed"}no stream-log + a worktree com commit/relatório (git -C <worktree> log,-opreenchido). Umpgrep -f "<worktree-path>"(ou-f "<...>/codex-last-message") AUTO-CASA com o próprio comando que você roda (o caminho está no argv do grep) → falso "rodando" que pode segurar uma entrega PRONTA por horas (e um waiteruntil ! pgrep ...com esse padrão nunca termina, pois se auto-vê vivo). Em background (run_in_background/Workflow), a notificação de conclusão é o sinal. Se precisar mesmo de pgrep, restrinja apgrep -af "codex exec"e filtre o/proc/<pid>/cmdline— jamaispgrepdo caminho cru. (Lição: o pattern derruba a sessão se usado p/ matar subindo a árvore — ver Disciplina.) - GATE PRECISA DE REDE? O
--sandbox workspace-writebloqueia rede dos comandos shell do codex — entãopnpm install/build/test/E2E falham comEAI_AGAIN. Se o codex-prompt manda rodar o gate (install/test/etc.), troque por--dangerously-bypass-approvals-and-sandbox(sem sandbox + sem approvals = full access, com rede) para o codex rodar o gate e se auto-validar. Justificável porque a REGRA hard garante worktree isolada (off main). Sem rede no gate, o codex só implementa e reportablockers(aí o gate fica com o parent). - Saída DETALHADA por padrão (para o parent direcionar o follow-up): passe
--output-schema <schema.json>exigindo um relatório rico — não basta "ok". Schema mínimo:(Garanta que o{ "type":"object","required":["summary","tasks","filesChanged","gate","fenceViolations","uncommitted","blockers","nextSteps"], "properties":{ "summary":{"type":"string"}, "tasks":{"type":"array","items":{"type":"object","required":["id","status","notes"], "properties":{"id":{"type":"string"},"status":{"enum":["done","partial","skipped","failed"]},"notes":{"type":"string"}}}}, "filesChanged":{"type":"array","items":{"type":"string"}}, "gate":{"type":"object","properties":{"lint":{"type":"string"},"test":{"type":"string"},"build":{"type":"string"},"e2e":{"type":"string"}}}, "fenceViolations":{"type":"array","items":{"type":"string"}}, "uncommitted":{"type":"array","items":{"type":"string"}}, "blockers":{"type":"array","items":{"type":"string"}}, "nextSteps":{"type":"array","items":{"type":"string"}} } }codex-prompt.mdpeça "STOP com relatório DETALHADO por task" — schema + prompt se reforçam.)
- Modo análise/review (read-only): sem editar →
--sandbox read-only, sem--full-auto. - Resume (continuar a sessão anterior na mesma worktree):
cd <WORKTREE> && echo "<prompt>" | codex exec --skip-git-repo-check resume --last </dev/null.
Avaliação obrigatória — nota 0–10 (SEMPRE)
Ao terminar, o parent AVALIA a entrega do Codex e dá uma nota de 0 a 10 (10 = conformidade total + entrega completa). Não pule isto — é o sinal que decide gate × escalonamento. Pontue contra o prompt:
- Conformidade ao escopo/fence (fez o pedido; ficou dentro do allowlist).
- Gate técnico (lint/test/build/E2E conforme o prompt — verde?).
- Completude (todas as tasks/itens entregues).
- Higiene (commitado, sem lixo, nada fora do fence, sem deps proibidas).
- Qualidade/sem regressão.
Bar de aceite: nota ≥9 (decisão do dono). Faixas: ≥9 = aceitável (pronto pro gate humano); 6–8 =
FINDINGS→ escalar p/ chegar a ≥9; <6 = falha → escalar.BLOCKEDse a escada esgotar sem atingir 9. Sempre mostre a nota + o racional curto por critério.
Dupla avaliação: auto-gate do Codex (effort MÁX) → re-gate do Claude (compara notas)
O codex não pode corrigir a própria prova sozinho — daí duas camadas. O codex se auto-gateia barato (perto do trabalho) e o Claude audita independente e compara as notas (pega auto-nota inflada).
- Auto-gate do Codex (loop, effort MÁXIMO). O codex-prompt DEVE instruir: após implementar, rode o MESMO
gate (lint/test/build/E2E/secure-audit conforme o prompt) e dê uma auto-nota 0–10 pela mesma rubrica;
corrija e re-rode enquanto a auto-nota <9 ou o gate não estiver verde, com effort máximo (
xhigh). Pare ao auto-nota ≥9 + gate verde (ou reporteblockers). O relatório final traz a auto-nota + por critério. - Re-gate do Claude (independente). Quando o codex declara aprovado, o parent re-roda o MESMO gate
(fan-out, preferir Workflow →
/workflows) e dá a própria nota 0–10 — sem confiar na auto-nota. - Comparar + decidir.
- Claude ≥9 e gap pequeno vs a auto-nota → PASS (pronto p/ decisão de merge do dono).
- Claude <9 OU gap grande (codex superestimou) → o re-gate expôs lacunas → reexecutar: devolver os gaps ao codex (effort máximo) e repetir 1→2→3 até convergir (Claude ≥9 e consistente).
- A nota que vale para o aceite é a do CLAUDE (auditor independente); a auto-nota do codex é sinal + detector de inflação. Sempre registre as duas notas + o gap no Structured Return.
Escalonamento gradual em falha
Se a nota ficou baixa / o gate falhou / o Codex não concluiu, re-rode a MESMA tarefa subindo um degrau — gradual, sem desistir no 1º tropeço nem pular pro topo.
- Escada (1 por vez): primeiro effort
low→medium→high→xhigh; esgotado, suba o modelo um tier e volte o effort ahigh. Re-rode e reavalie a nota. - Continuar × recomeçar: edições parciais coerentes →
resume --last(mantém contexto). Worktree quebrada/suja → resete antes (git -C <worktree> reset --hard && git clean -fd) e rode fresco no degrau maior — não empilhe erro sobre erro. - Parada: pare ao atingir nota ≥9 (pronto pro gate) OU ao esgotar (modelo mais forte +
xhighainda abaixo) →BLOCKEDcom evidência. Anuncie cada degrau; com autonomia, escale sozinho até o teto.
Saída detalhada → direcionar o trabalho depois
A entrega do Codex tem que ser detalhada o bastante para o parent (Claude) decidir o próximo passo — não um "pronto" opaco. Ao terminar:
- Leia o
-opor inteiro (o relatório estruturado) + varra o stream--json; complemente comgit -C <worktree> statusegit diff --statpara ver o que realmente mudou (não confie só no que o Codex disse). - Produza um DIRECIONAMENTO (handoff para o follow-up com o parent): o que o gate deve focar, o que ajustar/refazer, se escalar (nota baixa), o que ficou fora do fence/uncommitted, e os blockers. Esse direcionamento é o que guia o trabalho seguinte — registre-o no Structured Return (Evidence/Artifacts/ Next Step) e na resposta ao dono.
- Se o relatório do Codex vier raso (sem o detalhe do schema), trate como
FINDINGSe peça o detalhe (resume) ou reconstrua o detalhe a partir do diff antes de seguir.
Telemetria (tokens + tempo) — sempre reportar
O codex exec --json emite, no fim, {"type":"turn.completed","usage":{...}} com tokens:
input_tokens, cached_input_tokens, output_tokens, reasoning_output_tokens. Extraia do stream:
grep -oE '"usage":\{[^}]*\}' <STREAM_LOG> | tail -1
- Billável efetivo ≈
(input_tokens − cached_input_tokens) + output_tokens— oinputcostuma ser ~95%+ cache; reportar só o bruto engana. Mostre os dois (bruto + efetivo). - Wall-clock: o
turn.completednão traz duração → meça você: envolva ocodex execcom/usr/bin/timeoudate +%santes/depois (ou aproxime porstat -c %Y−%W/%Xdo stream). Reporte em minutos. - Nº de comandos:
grep -c command_execution <STREAM_LOG>(proxy de esforço). - Registre tudo no Structured Return → Telemetria. Útil p/ custo, escalonamento e comparar fases de um fan-out.
Disciplina (ao terminar)
- STOP — não foi mergeado. O Codex implementou na worktree; rode o gate (testes/lint/build + revisão;
se o projeto usa dev-workflow:
/dw-review+/dw-qa+/dw-secure-audit) antes de qualquer merge. - Merge = decisão explícita do dono. Nunca automático aqui.
- Sinalize trabalho uncommitted ou edição fora do fence.
- Parar/abortar um codex em andamento: use
TaskStop <task_id>(se foirun_in_background/Workflow) OUgit worktree remove --force <worktree>(puxa o tapete — o codex fica sem onde escrever e morre). Fallback:kill -9só nos PIDs depgrep -af "codex exec"que casam o tag da worktree no/proc/<pid>/cmdline. NUNCA suba a árvore de processos (ppid → ppid…) p/ matar "o supervisor": o codex em background é filho da própria sessão Claude (codex ← claude ← bash ← init) → matar os ancestrais derruba a sessão. Os "respawns" aparentes são só os workers node de UM mesmo codex. Ver memórianunca-tree-walk-kill-codex.
Anti-patterns
- Rodar no checkout principal / sem confirmar a worktree — corrompe o trabalho ativo. (pré-flight 2)
- Mergear/empurrar dentro da skill — o merge vive fora, após o gate.
- Pular a nota 0–10 — perde-se o sinal de qualidade/escalonamento.
- Suprimir todo o output por padrão (ou não capturar o stream num log) — perde-se a auditoria do que o Codex fez.
- Detectar "terminou" por
pgrepdo caminho da worktree — auto-casa com o próprio comando → falso "rodando" que segura entregas prontas. Useturn.completed+ worktree. (ver §3) - Matar codex subindo a árvore de PIDs — derruba a própria sessão Claude. Use
TaskStop/worktree remove. (ver Disciplina) --dangerously-bypass-approvals-and-sandbox— só com pedido explícito + ambiente já isolado.
Structured Return
- Status:
PASS(rodou, nota ≥9, parou limpo na worktree certa, pronto pro gate) ·FINDINGS(rodou, nota 6–8 ou ressalvas: uncommitted/fora-do-fence/parcial) ·BLOCKED(faltou CLI/credencial/worktree/prompt, ou escalonamento esgotado sem atingir 9) ·NOT_APPLICABLE(sem worktree+prompt → ainda em planejamento). - Score: a nota do CLAUDE (0–10 — vale p/ o aceite, bar ≥9) + a auto-nota do Codex + o gap entre elas; racional por critério (conformidade/gate/completude/higiene/qualidade). Gap grande = sinal de auto-nota inflada.
- Scope: worktree + branch + prompt usado; modelo + effort + sandbox; degraus de escalonamento percorridos.
- Evidence: caminho do
-o, trecho do stream JSONL,git status/diff da worktree pós-run. - Artifacts: arquivos criados/alterados (resumo do diff).
- Decisions: modelo/effort e por quê; implementação × read-only; continuar × resetar no retry.
- Risks: fora do fence, uncommitted, gate não rodado, dual-use (edição autônoma).
- Telemetria: tokens do
turn.completed(input/cached/output/reasoning + billável efetivo) + wall-clock + nº de comandos. - Next Step: "rodar o gate na worktree; merge é decisão do dono".
Notas
codex execflags-chave:-m,--config model_reasoning_effort=,-s/--sandbox {read-only,workspace-write, danger-full-access},--full-auto,--skip-git-repo-check,--json,-o/--output-last-message,--output-schema,resume --last. Testado: codex-cli 0.141.0. Sem dependência de projeto específico.
Du fichier au premier essai
Le téléchargement contient exactement le contenu affiché sur cette fiche. Cette copie peut différer de la dernière version du dépôt source.
Consulter la source et ses fichiers annexesCe téléchargement contient uniquement SKILL.md. Les scripts, références, modèles et dépendances éventuels ne sont pas inclus. Récupérez les fichiers nécessaires depuis la source en conservant leur arborescence avant de poursuivre.
1. Télécharger le fichier
Télécharger SKILL.mdDepuis la racine d’un projet de test, enregistrez le fichier sous .skill-downloads/codex-run-trigger-codex-on-worktree-ms1aw3wr/SKILL.md, ou utilisez la commande suivante. Ce dossier sert à examiner la skill avant son installation.
Commande pour macOS/Linux ou WSL : un shell POSIX et curl sont nécessaires. Sous Windows sans WSL, utilisez le bouton de téléchargement et créez le dossier manuellement.
mkdir -p '.skill-downloads/codex-run-trigger-codex-on-worktree-ms1aw3wr' && curl --fail --show-error --location 'https://skills-guides.com/api/skills/codex-run-trigger-codex-on-worktree-ms1aw3wr/download' --output '.skill-downloads/codex-run-trigger-codex-on-worktree-ms1aw3wr/SKILL.md.part' && mv '.skill-downloads/codex-run-trigger-codex-on-worktree-ms1aw3wr/SKILL.md.part' '.skill-downloads/codex-run-trigger-codex-on-worktree-ms1aw3wr/SKILL.md'2. Vérifier les prérequis
Lisez SKILL.md avant de l’utiliser. Si le fichier cite des scripts ou services externes, examinez-les et préparez les accès nécessaires dans votre environnement de test.
Aucune section de prérequis reconnue dans ce fichier. Cela ne signifie pas qu’il est autonome : les bibliothèques, outils et accès peuvent être cités ailleurs dans le contenu ou dans le dépôt source.
Les plateformes de la fiche sont des indications du catalogue. Les chemins ci-dessous suivent la documentation des outils ; ils ne prouvent pas que cette skill y a été exécutée. Aucune version minimale de ces outils n’est attestée pour cette fiche.
3. Charger la skill
Après vérification, copiez le dossier complet dans le projet avec l’une des commandes ci-dessous, puis ouvrez une nouvelle session de l’outil. La commande s’arrête si un dossier du même nom existe déjà : comparez les fichiers avant de le remplacer.
Claude Code
test -f '.skill-downloads/codex-run-trigger-codex-on-worktree-ms1aw3wr/SKILL.md' && test -s '.skill-downloads/codex-run-trigger-codex-on-worktree-ms1aw3wr/SKILL.md' && mkdir -p '.claude/skills' && test ! -e '.claude/skills/codex-run' && cp -R '.skill-downloads/codex-run-trigger-codex-on-worktree-ms1aw3wr' '.claude/skills/codex-run'OpenSkills
OpenSkills doit déjà être installé. La procédure locale install/read est contrôlée avec OpenSkills 1.5.0, qui exige Node.js ≥ 20.6.0. Aucun slug du catalogue n’est résolu automatiquement.
Installation officielle d’OpenSkillsopenskills install './.skill-downloads/codex-run-trigger-codex-on-worktree-ms1aw3wr'openskills read 'codex-run-trigger-codex-on-worktree-ms1aw3wr'La lecture doit afficher le contenu du fichier installé et son dossier de base. Elle ne lance ni la skill ni ses dépendances.
Pour un agent qui lit AGENTS.md, synchronisez ensuite l’index. Cette commande modifie AGENTS.md : relisez le diff avant de l’utiliser.
openskills syncMode manuel ou autre outil : joignez SKILL.md à une conversation, ou ouvrez-le dans un agent capable de lire les fichiers. Ajoutez les ressources annexes nécessaires. Il n’existe pas de dossier universel reconnu par tous les outils.
4. Faire un premier essai
Utilisez une entrée courte et fictive : un endpoint d’API, un petit document ou un brief d’interface. Dans une nouvelle conversation, joignez le fichier ou donnez son chemin à l’agent, puis adaptez cette demande :
Lis .skill-downloads/codex-run-trigger-codex-on-worktree-ms1aw3wr/SKILL.md et applique ses instructions à cet exemple : [décrire une entrée de test]. Indique les fichiers, dépendances ou accès qui manquent. Produis le résultat demandé par la skill sans inventer de données ni exécuter de script non examiné.Résultat attendu : une sortie correspondant aux instructions de la skill, ou une liste précise des prérequis manquants. Une simple confirmation de lecture ne valide pas le premier usage. Si une ressource externe est indisponible, ce parcours reste à tester.
Bonnes pratiques React Hook Form
Developpement
Maîtrisez React Hook Form : évitez les anti-patterns, gérez les abonnements, et traitez correctement reset, dirty state et entrées contrôlées.
Migration Emotion vers Mantine
Developpement
Migrer les styled-components Emotion vers des composants Mantine avec style props et modules CSS. Pour convertir .styled.tsx ou supprimer les imports @emotion.
Détecteur de dérive de périmètre
Developpement
Analyse les diffs git par rapport à une intention pour détecter la dérive de périmètre, fichiers non liés et PR trop larges, puis suggère de garder, diviser ou justifier.